Por que dar nomes diferentes para uma única proposta? As guerras e conflitos nascem desse desejo imenso do ser humano, que insiste em ser um, melhor do que o outro, de pensar ter mais razão do que o outro, da vontade de ser superior ao outro...pura tolice! E enorme energia desperdiçada.
E isso é uma constante no dia à dia: nas mais diversas religiões, nos inúmeros partidos políticos, nas múltiplas opções de vida que se apresentam, criadas sempre com o rótulo de o "lugar ideal para morar", o "caminho perfeito a seguir", a "escolha certa a fazer", quando na verdade NINGUÉM sabe exatamente qual é a opção ideal.
Se for um pouco mais espiritualizado, verá que o mais importante é atingir o alvo, independente do nome que se dá ao meio de alcançá-lo.
Se quero ir a um lugar, posso escolher entre avião, navio, trem, ônibus, metrô ou até a força do pensamento: o importante é conseguir chegar lá.
No caso da religião, seria ótimo se houvesse apenas uma: a do AMOR. Mas a escolha é de cada um, por mais que pareça absurda, ridícula ou exploração da FÉ: segue quem quer.
O triste é verificar que muitas vezes ela é usada como uma bengala, para amparar nos tropeços da vida, ou um simples lugar onde a pessoa acredita que PRECISA ir, para expiar suas próprias culpas, quando o ser humano tem o CRIADOR em sua essência, e pode, e deve, cair e levantar-se de todas as quedas com suas próprias forças, tem na Alma um altar, no coração, o Amor, e na mente o PODER de orquestrar todos os sentimentos, utilizando notas graves para os que quer abafar, e agudos para realçar os melhores, então desnecessário se torna denominar a FÉ.
Enquanto na POLÍTICA, as decisões poderiam se concentrar primeiro no amadurecimento individual, porque não se pode cobrar aquilo que não se tem para oferecer também: não posso exigir ÉTICA dos políticos se conservo meus pequenos delitos diários, aqueles que eu penso que não fazem mal a ninguém e continuo praticando, pois me favorecem.Preciso primeiro me modificar.
A partir daí, dessa mudança de dentro pra fora, as MANIFESTAÇÕES e MOVIMENTOS seriam pautados mais nas IDEÍAS e nos IDEAIS a serem conquistados, e bem menos nas figuras de quem as difunde, como os próprios políticos oposicionistas, a grande mídia manipuladora, ou a liderança negativa,os "do contra", os que não tem resposta pra nada e só querem mesmo é desagregar, até porque, a gente sabe que cada um desses está legislando em "causa própria", visando apenas seus próprios interesses e não os da NAÇÃO.
Não basta dizer que a MANIFESTAÇÃO É PACÍFICA. É preciso que seja um MOVIMENTO PACIFICADOR, porque a diferença é imensa: PACÍFICO é todo aquele que QUER A PAZ, e querer a Paz, convenhamos, é muito fácil, até num concurso de Miss, todas as misses dizem que querem a paz no mundo. Já PACIFICADOR, é quem realmente PROMOVE A PAZ, aqueles que estão preocupados em resolver as questões com foco no bom senso, no equilíbrio, na harmonia, o que é possível sim, e está aí a lição dos MENTORES ESPIRITUAIS, ou "Anjos", "Santos", ou seja lá o nome que cada um queira dar: o objetivo final não deve ser a de tirar ou por, trocar fulano por beltrano, porque, infelizmente ,as opções existentes são catastróficas!
Os gritos de ordem devem se basear nas IDÉIAS, e IDEIAS, naquilo que o povo mais necessita, nas principais resoluções que resolvam as questões sociais mais urgentes, de forma ordeira e com a real CIDADANIA, até porque, como diz o lema de nossa bandeira, antes da palavra progresso, vem a ordem, o que significa que NÃO PODE HAVER PROGRESSO, SE NÃO HOUVER ORDEM. Pensar nisso, já é um bom caminho...como a escolha é de cada um, e as consequências são para TODOS, não custa refletir.
NÃO BASTA amar,é preciso se dedicar à promoção da PAZ e do AMOR

Ótimo texto, só lamentamos não ter como compartilhar...
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